Além do Rio. Sob consulta.
Salvador (Sivaldo): a capital cultural do Brasil negro. São Paulo (Ezequiel): a maior cidade do Brasil, capital da vida noturna negra paulistana. Roteiros em desenvolvimento, disponíveis agora sob pedido.
Bahia · Capital cultural do Brasil negro
Salvador
Onde a capoeira nasceu, o Candomblé é praticado abertamente e cada rua do Pelourinho carrega 400 anos de história. A primeira capital e o maior porto do tráfico atlântico de escravizados. Se a sua viagem é sobre raízes culturais, esta é a viagem.
Por que Salvador
O Brasil recebeu mais africanos escravizados do que qualquer país das Américas. Salvador foi a primeira capital e o maior porto desse tráfico. Aqui, as marcas culturais não são peças de museu. Estão vivas, praticadas todos os dias.
A capoeira nasceu aqui. O Candomblé corre abertamente por comunidades que o praticam sem interrupção há séculos. A comida, a música e a língua carregam o ritmo iorubá e banto de um jeito que nenhum outro lugar do Brasil reproduz.
O Rio é a porta de entrada. Salvador é a resposta.
"Salvador é onde o Brasil negro começa. Tudo o que você sente na Zona Norte do Rio, a música, a energia espiritual, a ligação com algo mais antigo que o colonialismo, vem de Salvador. Se você só for ao Rio, vê metade do quadro."
O Sivaldo tem um estúdio de dança, se apresenta como artista drag, está no centro da cena de Salvador há mais de 20 anos e já dançou em vários continentes.
O roteiro de Salvador foi construído em torno dele. Pelourinho, Itapuã, acesso ao Candomblé, vida noturna gay, Festa de Iemanjá. Tudo pela rede do Sivaldo. Ele cobra quase nada da própria comunidade. Os viajantes da BBE têm acesso a um valor que reflete o que ele vale.
Leia a biografia completa do Sivaldo →SP · A maior cidade do Brasil
São Paulo
12 milhões de pessoas. A capital da vida noturna do país. A casa do hip hop brasileiro, do house e da cena cultural negra paulistana, que não recebe a atenção que o Rio recebe, mas está à altura dele. Com o Ezequiel.
Roteiro de São Paulo: em construção
O nosso fundador morou em São Paulo. O Ezequiel está em campo lá. O roteiro completo de SP está sendo montado: vida noturna, a cena negra paulistana, o MASP e o circuito da Avenida Paulista, a comida (sim, a comida aqui é inacreditável), a Vila Madalena e as partes de São Paulo que não aparecem nos aplicativos de viagem.
Se a sua viagem quer São Paulo como extensão do Rio, ou como destino próprio, fale com a gente agora. Montamos o roteiro à mão enquanto o roteiro oficial é finalizado.
O Ezequiel divide o tempo entre o Rio e São Paulo. Ele comanda o lado de SP da BBE, o circuito da vida noturna, a cena das academias e as portas que se abrem de outro jeito quando você está com um influenciador fitness de 100.000 seguidores.
Para os viajantes da BBE que esticam a viagem a partir do Rio, o Ezequiel cuida da transição: busca no aeroporto em SP, orientação na hospedagem e a primeira saída à noite. Para viagens só a SP, ele é o seu Experience Concierge do começo ao fim.
Leia a biografia completa do Ezequiel →A comparação honesta
Rio ou Salvador para a cultura negra.
O Rio é a cidade da energia. Salvador é a capital espiritual. É a sua primeira vez no Brasil e você quer a versão icônica (Carnaval, Cristo, praia, vida noturna negra)? Vá ao Rio. Está voltando, quer mergulhar fundo nas raízes afro-brasileiras, se sente atraído pelo Candomblé ou pela capoeira? Salvador. O Bryant já morou nas duas; o Sivaldo comanda o braço cultural de Salvador.
A comparação em dois cartões
Rio de Janeiro: urbano, praia e montanhas, energia alta. Acesso à cultura negra: Pequena África, as segundas da Pedra do Sal, Casa Black, o funk da Zona Norte. Ícones: os blocos de Carnaval e o Sambódromo, o Réveillon em Copacabana, o Cristo, o Pão de Açúcar. Uma das vidas noturnas mais ricas das Américas. Ideal para quem vem pela primeira vez, para quem busca energia, para grupos, viajantes gays e a cultura de praia. Fique de 5 a 10 noites.
Salvador, Bahia: colonial, litorânea, mais devagar, espiritualmente intensa. Acesso à cultura negra: Pelourinho, o Olodum às terças, os terreiros de Candomblé, a Festa de Iemanjá, Itapuã. Ícones: o berço da capoeira, o Pelourinho tombado pela UNESCO, a comida baiana (acarajé, moqueca), o Carnaval de trio elétrico. Vida noturna mais cedo e mais curta (as baladas fecham entre 2h e 3h, contra 6h a 7h no Rio). Ideal para quem viaja atrás de raízes culturais, para quem já conhece o Brasil, para quem busca espiritualidade e para quem é apaixonado por comida. Fique de 3 a 5 noites, muitas vezes junto com o Rio.
Qual primeiro?
Para a maioria de quem vem pela primeira vez: o Rio primeiro. É a cidade mais conhecida, tem mais voos dos EUA, mais variedade por dia (praia, cultura, vida noturna e história, tudo perto) e o acesso à cultura negra (Pequena África, Casa Black, a cena do funk) é profundo o bastante para parecer uma imersão de verdade. O Bryant está no Rio e conduz a ligação de planejamento. Comece por Salvador se você se sente atraído pelo Candomblé ou pela Umbanda e quer um terreiro em atividade no centro da viagem, se você já conhece o Rio, se vai para a Festa de Iemanjá (2 de fevereiro) ou para o Carnaval da Bahia, ou se a capoeira com mestres de verdade é a principal razão.
Quanto custa cada uma
O Rio e Salvador têm mais ou menos o mesmo nível de preços, os dois bem mais baratos do que viagens equivalentes nos EUA ou na Europa Ocidental. Uma refeição num restaurante de nível médio custa de R$ 60 a 120 por pessoa (cerca de US$ 10 a 20), um almoço por quilo de R$ 35 a 50, um bom jantar com bebidas de R$ 120 a 200. Muitos viajantes combinam as duas cidades na mesma viagem.
Quer Salvador ou SP na sua viagem?
As duas cidades combinam muito bem com um roteiro no Rio. Diga as suas datas e o seu grupo, e montamos a extensão à mão enquanto os roteiros oficiais são finalizados.